Apoios manifestación 2 de xuño

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Apoios manifestación 2 de xuño

Mensaxepor Jorganes » Ven, 31 Mai 2013, 11:34

COMUNICADO DE SOS GROBA SOBRE A MINERÍA DO CIANURO DA SERRA DA GROBA, A RAXADA, O TETÓN, A SERRA DO ARGALO.

A Consellería de Industria dirixida por Agustín Hernández OFRECE o país a quen queira vir tirarlle os tesouros mineiros das súas entrañas ó prezo que sexa. Ó chamado do mel acoden abellas de todo o mundo. Para A Serra do Galiñeiro hai oferta de explotación de terras raras e para unha ampla zona que xira ó redor da Serra da Groba hai intención de tirarlle o ouro e de seguro outros minerais que lle paguen a pena.
Os propietarios milenarios destes montes non saben ren.
As administracións de maior proximidade non informan nada, nin se informan de nada.
Os membros de SOS GROBA procuran información e están a pasarlla ós veciños:

Diante do ofrecemento do país ó gran capital especulativo mundial hai unha empresa canadiana: MEDGOLD RESOURCES que envía un proxecto de investigación que chama PINZÁS GOLD PROJECT na que solicita, durante tres anos, prospectar e tirar mostras no espazo de 275 cadrículas mineiras de 30 hectáreas cada unha, polo tanto solicita a investigación -e futura explotación- ó longo de 82'5 km cadrados nos concellos de Gondomar, Baiona, Oia, O Rosal, Tui e Tomiño.

A delegación da Xunta en Pontevedra convocou e reuniuse cos alcaldes dos cinco concellos afectados para informalos do proxecto.

Ningún dos cinco alcaldes se puxo en contacto cos veciños para explicarlles o proxecto e tomar unha posición, considerando que cada concello ten que emitir un informe de impacto medio-ambiental, como tamén o teñen que emitir a Consellería de Medio Ambiente que é a mesma que a de Industria e tamén o Servizo de Arqueoloxía da Consellería de Cultura.

A ampla zona de posible instalación mineira xa fora prospectada e explotada por outro imperio multinacional; Roma, daquela de xeito menos agresivo pero levando a produción para a metrópole. Esta explotación de hai uns 2000 anos deixounos unha densa rede de xacementos arqueolóxicos sumados a varios campos de mámoas e petróglifos e castros e a achados líticos paleolíticos.

Á riqueza arqueolóxica temos que engadirlle o patrimonio etnográfico da serra (a rede hídrica antrópica, casetas forestais, foxos de lobo, curros, meixóns, …) tanto construído como inmaterial.

É a serra dos cabalos salvaxes de pura raza galega tamén ameazados polo decreto equino e que xuntan nos curros da Valga, Torroña, Mougás e San Cibrán.

A ameaza da minería do ouro súmase ós proxectos de varios parques eólicos, campos de golf, balsa de auga (un millón de metros cadrados), pista de autocross, …

Por moito isto e moito máis non queremos a explotación industrial capitalista e contaminante da Serra da Groba.
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Re: Apoios manifestación 2 de xuño

Mensaxepor Jorganes » Ven, 31 Mai 2013, 11:46

Porque a vida vale mais do que o ouro: 2 de junho à rua contra a minaria


Desde o Partido da Terra apela-se a todas as pessoas a participar na manifestação nacional de 2 de junho contra a minaria selvagem.

O Partido da Terra faz um chamamento a apoiar e participar na manifestação convocada polos coletivos integrados na Plataforma ContraMINAação para o domingo 2 de junho em Compostela (Alameda, 12h00) e que pretende visibilizar o amplo rechaço existente ante a política das administrações do Estado de promover explorações mineiras por todo o país, de Bergantinhos a Burão, da Límia à Terra Chã.

O Partido da Terra tem manifestado já a sua mais enérgica oposição aos projeto de mega-minaría a céu aberto e lixiviação com cianuro da empresa canadiana Edgewater em Corcoesto, ao que agora se somam novas tentativas de agressão como a exploração de feldespato da Límia ou as prospeções nos municípios de Valeira, Bezerreã, Baralha e Fonsagrada. Tais práticas, totalmente proibidas em outros países, causam danos irreversíveis no meio ambiente e na saúde pública. Além disso, destruem para sempre o património natural e cultural das comunidades afetadas, amais de produzirem aniquilação das economias locais sustentáveis.

Além da nova desfeita projetada em Corcoesto, a «febre do ouro» devasta o Eu-Návia e o Bérzio, e as corporações mineiras arrasam à vontade em toda parte na Galiza: as louseiras devastam no Courel, a andaluzita incêndia as Fragas do Eume, furam os espaços protegidos do Xistral, o património natural e arqueológico de Triacastela, etc. Sempre com total impunidade e a indignante complicidade da administração do Estado e as suas sucursais autonómicas, os servos destas oligarquias apoiados em legislações fascistas elaboradas no regime franquista como suporte legal das suas decisões.

Porque a vida vale mais do que o ouro, em defesa da vida, do meio ambiente, das pessoas, e da sua dignidade, desde o PT compremetemo-nos a trabalhar sempre segundo os princípios de sustentabilidade e soberania, e por isso propomos:
  • Proibição total e absoluta da macro-minaría a céu aberto.
  • Proibição total e absoluta da minaría radiativa em quaisquer das suas modalidades.
  • Proibição total e absoluta do uso do cianuro na minaria.
  • Proibição total e absoluta da fraturação hidráulica (“fracking”).
  • Obrigatoriedade da «Licença Social» expressada em referéndum, logo da participação cidadã real e efeitiva e dum processo transparente de informação e debate como condições prévias a qualquer autorização.
  • Obrigatoriedade do respeito estrito ao meio ambiente e às pessoas em qualquer atividade mineira, que nunca poderá ir contra os princípios de sustentabilidade e soberania.
  • Obrigatoriedade de restauração e restituição do meio ambiente e dos ecossistemas, com avais económicos que garantam a execução dessas restaurações e restituções quando finalizar a atividade.
  • Derogação da figura de expropriação forçosa ou de qualquer outra figura intervencionista do Estado que usurpe o direito de usufruto da Terra polas comunidades humanas que nela moram.

O PT também quer parabenizar a todas as pessoas, coletivos e demais formações políticas que se posicionam clara e contundentemente contra esta desfeita, em especial aos vizinhos e às Plataformas locais e comarcais, como exemplo de civismo e responsabilidade. Pois somos todos nós, cidadãs e cidadãos da Galiza, quem no exercício do inalienável direito dos povos e das pessoas à vida saudável e produtiva em harmonia com a natureza, e à soberania nas nossas decisões e nos nossos atos, devemos participar direta e ativamente na vida política, sem admitirmos nunca as imposições ditatoriais desde a hipócrisia da legislação e da burocracia da administração e dos poderes públicos ao serviço dos interesses lucrativos duns poucos que depredam e destruem a nossa Terra e as nossas vidas.
A nossa Terra é nossa!

Rejeitemos o paternalismo do Estado e dos poderes estabelecidos e manifestemos os nossos direitos sobre todos os recursos coletivos materiais e imateriais do território e dos mares da Galiza, sobre o seu uso e desfrute, sobre a sua preservação e sobre a sua disposição para o bem público comum; assim como o direito ao aproveitamento sustentável, tradicional e comunal por parte das comunidades nele assentes desde a auto-gestão responsável. Tal como nós herdamos dos nossos ancestros, deixemos também futuro para os nossos filhos.
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Re: Apoios manifestación 2 de xuño

Mensaxepor Jorganes » Ven, 31 Mai 2013, 11:46

O CSGG adere à convocatória de manifestaçom do domingo próximo contra as minas

A rede coletiva ContraMINAcción (encontro de plataformas locais) convoca para este domingo 2 de junho umha manifestaçom nacional em Compostela para impedir a criaçom de mais minas no País.

Continua:

Dentro do cotexto em que o governo da Junta da Galiza está a vender a transnacionais território galego para a exploraçom mineira em localidades como Corcoesto, Ginzo de Lima, na Fonsagrada-Eo, A Penouta, Serra do Galinheiro... é que se enquandra esta convocatória na defesa dos interesses populares e do País. A manifestaçom, cujo início terá lugar às 12h, é apoiada polo nosso centro social. Do Gomes Gaioso chamamos à participaçom, para além das nossas sócias e sócios, de todo o povo trabalhador galego para tentar travar estas iniciativas de destruiçom da Galiza e que apenas servem para enriquecer uns poucos proprietários por empobrecer a maioria.

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Re: Apoios manifestación 2 de xuño

Mensaxepor Jorganes » Ven, 31 Mai 2013, 11:58

NÓS-UP apoia manifestaçom nacional contra minaria selvagem

A esquerda independentista e socialista galega organizada em NÓS-Unidade Popular secunda a manifestaçom nacional convocada para domingo 2 de junho às 12 horas na Alameda compostelana pola plataforma ContraMINAcción.

Apelamos o conjunto do povo trabalhador galego a mobilizar-se ativamente na defesa do nosso território e contra os planos de assalto e saqueio das multinacionais o nosso subsolo e solo com o beneplácito do governinho do PP.

Reproduzimos integramente o manifesto de apoio à mobilizaçom.

Galiza nem se entrega nem se vende

PAREMOS O PLANO SETORIAL DE ATIVIDADES EXTRATIVAS

O Governo da Junta da Galiza está a acelerar a entrega do nosso território às grandes multinacionais mineiras. Deste modo, o PP pretende converter a Galiza numha imensa mina a céu aberto.

O Plano Setorial de Atividades Extrativas (PSAEG), apresentando recentemente polo governinho vende-pátrias de Feijó, pretende legalizar centenas de minas e canteiras, mas também conceder mais de meio milhar de novas licenças para assim facilitar que as grandes companhias transnacionais assaltem os nossos recursos mineiros por um punhado de euros, em troca de deixar poluiçom, desemprego, desolaçom e morte de comarcas inteiras.

A aprovaçom do PSAEG significaria reforçar e aprofundar o rol que Espanha e o capitalismo internacional tem atribuído à Galiza como simples regiom produtora de matérias primas.

Contrariamente ao discurso falaz do imperialismo espanhol, a Galiza nom é um país pobre, sim um país empobrecido polo capitalismo espanhol.

O processo em curso constata como se pretende saquear importantes recursos naturais existentes no nosso subsolo e solo. Ouro, prata, wolfram, andaluzita, feldespato, tantalita, cobre, chumbo… som alguns dos minerais que estám no objetivo de companhias canadianas, sul-africanas, francesas, británicas, etc, que conseguem suculentos acordos com a sucursal autonómica de Rajói, ao mais puro estilo centro-africano, financiando o seu partido e subornando a corrupta casta política que nos governa.

As populaçons de algumhas das comarcas mais ameaçadas por esta política predadora, conscientes da pobreza a que vam ser submetidas polo castigo de macrominas que nom respeitam os habitantes nem o território, levam meses a denunciar os planos de saqueio que a Junta quer implementar.

A Serra do Galinheiro, Costa da Morte, Bergantinhos, Límia, Baixo Minho, Marinha, Burom, Terra Návia-Eu, Viana, som algumhas das comarcas e territórios mais ameaçados. 62% dos concelhos estám no olho do furacám mineiro que temos que parar para evitar o roubo das nossas riquezas mediante aplicaçom de agressivas técnicas extrativas que destruirám milhares de hectares da naçom e condenarám milhares de pessoas ao desemprego.

Só a movimentaçom popular permanente e encadeada poderá frear os devastadores planos que ameçam a viabilidade económica e o ecossistema da Galiza. É vital a convergência de todos os conflitos para atingir o que já conseguimos na década de 70, quando o movimento popular parou a instalaçom dumha central nuclear em Jove, a exploraçom irracional das Encrobas ou umha celulose em Monforte.

É imprescindível luitar pola defesa do nosso território com visom estratégica. Há que dotar as luitas locais e comarcais de conteúdo e visom nacional, recuperando a perspetiva histórica. Só tendo nós, o povo galego, a plena soberania sobre o nosso território e os seus recursos, poderemos defender-nos da estreita visom curtoprazista e espoliadora da irracionalidade capitalista.

Nom podemos obviar que o que atualmente sucede está interligado com essa conceçom colonial com que Espanha nos trata e condena. Com essas políticas espoliadoras que destruírom os nossos melhores vales e terras produtivas para construir barragens, com essas políticas que inçárom os nossos montes de eucaliptos para alimentar o complexo de Ence-Elnosa na ria de Ponte Vedra, com a instalaçom arbitrária de parques eólicos, de empresas de enclave enormemente poluentes, com a cimentaçom da costa, permitindo a construçom insensata.

Porém, sem capacidade de decidirmos o nosso futuro, sem instituiçons próprias, sem um governo galego soberano, sem independência nacional, as ameaças prosseguirám e aumentarám as agressons.

Galiza nom é umha mina!

Espanha e a UE som a nossa ruina!

Soberania e independência nacional!

Galiza, 2 de junho de 2013
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